quinta-feira, 4 de Setembro de 2014

relaxa que encaixa

Ler alguns blogues deixa-nos com tiques. O do Sérgio por exemplo, com os ditos que poderiam ser gays, gravou na minha memória - já de si badalhoca - o “relaxa que encaixa”. Então, agora, automaticamente, podem observar o namorado a responder a toda a gente com essa máxima. A colega da frente, que se queixa de tudo e de mais um par de botas e que é a maior desgraçadinha de Portugal e arredores, o namorado leva sempre com um “relaxa que encaixa”. Ao amigo que se queixa que está sozinho, o namorado responde “relaxa que encaixa”. Ao condutor anónimo que começa a mandar vir porque está com pressa, o namorado com um sorriso de orelha a orelha aconselha: “relaxa que encaixa”. À chefe que pressiona para ter o trabalho antes do prazo, o namoradinho atira: “relaxa que encaixa”. E por ai adiante.  


 Parece-me porém, que a "brincadeira", qualquer dia, não me irá correr muito bem e ainda vou parar às urgências de algum hospital, ou então, aparecerei a boiar em qualquer rio deste mundo. Mas pronto. Veremos no que dá. E ainda dizem que não se aprende nada na blogosfera. Ui, ui.
 

mais um

 Em conversa, diz-me agora o meu ex-namorado 1, que acabou o namoro. Mas estes episódios não acontecem só antes do verão? Tendo em conta que este ano não tivemos essa estação cá no burgo, os namoros não deviam só acabar na primavera de 2015? Mas afinal o que se anda aqui a passar? Algum vírus que tomou conta da "gayzada"?

gente parva

 Acordei hoje com duas mensagens. A primeira, do namorado a desejar uns bons dias. A segunda, de um amigo a dizer que tinha acabado ontem o relacionamento. E tudo porque a outra pessoa andava em "conservações" com outros rapazes no facebook e nunca admitia que namorava. Ontem foi diferente. Admitiu a um cromo (que por sinal eu odeio, porque adorava meter-se nos namoros alheios), que namorava. O outro, lixado, bloqueia. O namorado (ou ex-namorado) do meu amigo "corre" atrás a mandar mensagem, quase que a pedir "desculpa" por estar numa relação. O meu amigo confronta. O outro responde que o rapaz não lhe é indiferente. O meu amigo acaba o namoro.

Mas afinal o que se passa com o mundo? Isto anda tudo parvo.

quarta-feira, 3 de Setembro de 2014

férias I

 Fui passar uns dias com o meu melhor amigo a Espanha. Numa das noites que saímos, conheci o grupo dele de lá. Todos muito simpáticos e "curiosos". O mais alto de todos, de vez em quando, "prendia" o olhar e só o desviava, se eu o desviasse. O que tinha deixado o "chico dele" em casa pagou-me uma bebida. E o que tinha o namorado ali ao lado, a meio da noite, roçou-se em mim, espetando aquele rabão na minha parte frontal, descendo e levantando o mesmo, enquanto o namorado olhava. Não me preocupava nada a situação, caso ele não me tivesse dito antes, que sabia dizer uma palavra em português. Perguntei-lhe o quê. Respondeu-me: esporra-me. 

terça-feira, 2 de Setembro de 2014

és um bom activo?

Pelos vistos eu sou. Fui "transferido" para o Novo Banco.

Fonte: daqui!

resposta

 Ponderei se haveria de responder ao comentário que me fizeram neste singelo espaço, ou em alternativa, dedicar uma publicação ao mesmo. Acabei por optar pela última hipótese.

Primeiro devo dizer que não me acho melhor que ninguém (essa fase ficou perdida lá no tempo em que era parvo. Não que hoje, não seja eventualmente parvo, mas sou um parvo diferente) e como tal, as criticas que eventualmente faço… faço-as com o intuito de provocar em mim, uma análise com o objectivo de perceber se também padeço dessa maleita, e se assim for, como posso melhorar como pessoa. 

 Depois, o afastamento. Vários motivos. Várias razões. Não é só por ter reatado o namoro. Foi também porque me carregaram com mais trabalho, no trabalho habitual já por si chato e desgastante. Depois também, porque tenho um part-time que me ocupa as tardes e noites, e finalmente, a motivação para fazer coisas. Ou melhor a desmotivação. Corpo que não descansa, cede. E o cérebro, sem se desligar de vez em quando, deixa de ser imaginativo. E quem me conhece, sabe que adoro ser original, diferente e fazer coisas por impulso, que surgem enquanto pisco os olhos. E como corolário disto tudo, ter que formatar o computador e reinstalar tudo, também ajudou a quebrar o ritmo. É claro que se houve um afastamento, também não houve nenhuma aproximação. Sempre estive à beira de um correio electrónico, de uma chamada, de uma mensagem, e tirando alguns “bloggers”“e anónimos” - com quem troco e-mails, mensagens de “whatsapp” ou mensagens pelo “facebook”, que podem ter eventualmente algum “queixume” pela demora na resposta, julgo que mais ninguém terá legitimidade na reclamação, até porque, sempre estive disponível. Afastado do blogue? Sim, mas não afastado de quem quisesse. E já se sabe, que uma amizade é trabalhada pelos interessados e que para dançar o tango são precisos dois. Como tal, a crítica será sempre dupla e não pode morrer apenas numa das margens.

 Agora traçando um paralelismo entre a publicação onde critiquei uma amiga e o meu afastamento do blogue. Não me parece, face ao exposto, que as situações sejam similares. Não só pelo tempo da “relação”, como pelo “grau de intimidade”, quer ainda pelos dramas passados em conjunto. A “tal amiga” que se afastou, faz sempre isso quando arranja alguém. E não foi por falta de tentativas da minha parte, ou do nosso grupo de amigos, que a amizade ganhou uma cor estranha. De todos os convites formulados aceitava menos de 10%. E nestas coisas já se sabe: uma amizade é cuidada pelos dois lados e que para dançar o tango são precisos dois.


Portanto caro menino/miúdo/rapaz/senhor (riscar o que não interessa) reconheço-lhe alguma razão na crítica que me fez, pese embora considerar, que estamos a falar de coisas diferentes. Lisboa não é Ankara, apesar de serem ambas capitais de países. E sempre poderia ter enviado um e-mail a perguntar, ou a criticar, aqui para o “menino” que “este” teria todo o gosto em lhe responder (já agora aproveito a oportunidade de agradecer ao Hugo o e-mail enviado!). 

coisinhas

 O tal puto que falei aqui resolveu mandar uma mensagem pelo facebook ao meu rapaz, com uma conversa estúpida (acho que ele não tem capacidade para ter outro tipo diálogo), ao que lhe pergunta:

- Ainda namoras com o não sei quantos? Ele é tão insignificante que não me lembro do nome dele. Aliás, fiquei fodido com ele porque ele me eliminou do facebook.


 E eu? Eu não sei se fiquei fodido com o puto por ter mentido (ele é que me “desamigou” e bloqueou em tudo o que havia para bloquear, porque não fui tomar café com ele, nem pinei com ele) ou se fiquei lixado com o meu namorado, por não o ter mandado logo apanhar biscoitos. 

pedestal

Sempre adorei um bom "pedestal" (LOL).

Fonte: Por ai algures, que não me lembro onde.

segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

concorrência - menino do Jumbo 1

 Fábio, devo dizer-te que desceste no meu ranking dos empregados-que-me-deixam-de-orelha-em-pé-ou-de-olhões-arregalados, pelo menino do Jumbo (ora aí está a concorrência a funcionar) que dá apoio às caixas de auto atendimento. Além de ter um rabo digno de uma escultura grega, tem um sorriso que desarma qualquer um. Muito simpático, novo e giro. Pronto, ele é super giro (eu agora digo "I love it" e alguém responde "I don't care"). Dois senãos: não sei o nome do menino e tem ar de quem é hétero (um desperdício)!

machismo

 Há machismo entre os homens que gostam de homens. Tu podes comentar que um homem é giro, o teu namorado não. Tu podes estar a dançar com o teu namorado numa discoteca e fazer olhos ao rapaz jeitoso que está por trás dele, mas o teu namorado não pode desviar o olhar quando passa o musculado todo grosso. O barman pode meter a mão pelo teu namorado fora, mas tu não podes dizer ao barman que ele está bem fisicamente para a idade que tem. Quer dizer... poder pode, mas depois vem a cobrança. "Ah e tal, vê lá se o queres levar para casa", "realmente não podes ver nada", "mas vieste sair comigo ou com a cidade toda" ou simplesmente "tu passas a vida a mirar os outros" são frases de cobrança que nos empurram para a velha máxima do "faz o que eu digo, mas não faças o que eu faço". O problema é quando todos percebem a manha e tendem a jogar pelas mesmas regras.

domingo, 31 de Agosto de 2014

desabafos

  Por vezes não sabemos muito bem o que nos entranha e o que nos leva as lágrimas aos olhos, quando saudosos, de não se sabe bem do quê, nos vemos parados perante as memórias, que já estavam arrumadas hermeticamente do fundo da nossa alma. Seria fácil gritar e libertar o que nos consome, mas se não sabemos o que nos move, como poderemos saber o que nos mata? O que nos corroí, ou simplesmente o que nos afecta? A verdade é que as coisas acontecem. Boas ou más, sendo as mesmas conscientes ou perfeitamente ignoráveis, não ficamos imunes aos estímulos que nos provocam. E vivemos agressivos, explodimos a um simples olá e ficamos com vontade de bater em alguém só porque a sua voz nos enerva. Não têm sido uns meses fáceis, mas parece-me que não serão daqui para a frente. Mas as coisas são como são e talvez os genes que tanto criticávamos nos estejam a possuir o espírito.

segunda-feira, 4 de Agosto de 2014

e mais conversas

Amigo: Estás tão magro. Estás bem? Já fizeste análises? Tomas vitaminas? Mas aconteceu alguma coisa? Bom, mamas continuas a ter, mas tens menos bicep, tricep e pernas. Estás doente?

Eu: Tenho o mesmo peso... a verdade é que tenho é fugido do gym.*


*Com tanto trabalho que tenho tido, digamos que ando um bocado na balda. A ver se recupero esta semana.

conversas

 Ontem fui tomar café com o ex-namorado n.º1. Já não estava com ele há séculos. Muito por minha culpa, bem sei, porque o namorado não gosta e então tento evitar. Ou melhor: evitava. Não estou a fazer nada de mal, gostamos estar um com o outro, além de que já está tudo mais que resolvido. Cada um tem a sua vida, o seu namorado e os seus dramas. Mas como fomos os primeiros um do outro, e como (apesar de tudo) conseguimos ficar amigos, com um à-vontade bastante grande para falar de todos os assuntos, seria um desperdício (e uma grande parvoíce) deixar terminar esta amizade. Falámos de tanta coisa, de pessoas que conhecemos, das nossas relações, do futuro, de emigrar, do viver junto e dos anos que entretanto passaram por nós (apesar que ele será sempre 7 anos mais novo que eu). A meio da conversa chamou-me pelo meu segundo nome e parece que levei um abanão. Quando o conheci apresentei-me assim, naquela noite fria de Abril de 2009, no À Margem, em Belém. Achei, naquele encontro, que tinha encontrado o amor da minha vida, até porque o sobrenome dele, era o pseudónimo que utilizava no meu outro blogue e como diz a outra: "não há coincidências". Mas como já disseram aqui pela blogosfera, a verdade é que vamos tendo vários amores de uma vida inteira, pela vida fora. E o resto é o que é. 

 No fim do café fomos ao Continente, no Colombo. Estava eu na padaria e passa um rapaz por mim a coçar a barriga. Olhei. Fixei o olhar porque parecia alguém conhecido. Não era. Era um rapaz que nunca tinha visto. Ok, era giro. Mas pronto. A partir daí o rapaz fixava o olhar em mim. Tentei disfarçar, olhar para trás a fingir que não era nada comigo. Que era alguém que estava lá atrás. Ao fundo. Mas não estava. E senti-me nu. Mas achei  o fim da picada, quando ele depois de me ter despido com os olhos, devia os mesmos para o meu ex-namorado naquela de ver com quem é que eu estava e dar-lhe uma pontuação para ver se era melhor ou pior que ele. Um ultraje! (LOL). Senti-me tão mal, que "fugi". Não fosse o rapaz perder a timidez e vir falar comigo (LOL). 

sexta-feira, 1 de Agosto de 2014

nem às paredes me confesso

Nem às paredes me confesso.


Mas que o sonho da noite passada foi quente e a pensar no novo PT do ginásio, lá isso foi (LOL).

quarta-feira, 30 de Julho de 2014

aviso

 Avisa-se o senhor blogger jeitoso, que meteu conversa comigo hoje pelo facebook, que ainda me deve um jantar. E na minha terra, promessas são para cumprir. 

aditamentos

 Ainda em relação ao domingo passado devo dizer-vos, e para memória futura, que há muito bom espécimen pela lezíria. Oh se há.