terça-feira, 3 de março de 2015

multas

 Senhores Polícias de Segurança Pública: e se fossem levar na anilha? Rra o melhor que faziam, porque passarem multas de 120 euros (por excesso de velocidade) não lembra ao diabo. Mas quem é que julgam que são, para me passarem uma multa? É por estas e por outras que ODEIO polícias (lolol).

segunda-feira, 2 de março de 2015

bebida

Esta porcaria da Ginginha deixa um gajo banzado (LOL). 

50 sombras de grey

Ao almoço: 

Colega 1: Eu hoje à noite vou ver as 50 sombras de Grey.

Eu: Eu não quero ver esse filme.

Colega 2: Eu também não faço questão, mas queria ver, só para dizer mal, até porque toda a gente está a dizer mal do filme.

Colega 1: Pois, eu vou ver em casa não vou gastar dinheiro num bilhete de cinema.

Eu: Eu também não vou gastar dinheiro para ir ver esse filme, até porque não é bem a minha onda. 

Colega 1: Sim, eu só vou ver porque tenho lá em casa. Mas isto há muito boa gente que delira com o filme.

Colega 2: Com o filme e com os livros. Houve uma amiga minha a quem disse mal dos livros e que me ia batendo... 

Eu: Tanto histerismo não sei para quê. Em casa não levam com o chicote.

Colega 2: Nem com o chicote nem com OUTRA COISA. 


 Eu olho para a Colega 1, a Colega 1 olha para mim, e todo o Pingo Doce olha para nós. Não volto lá tão cedo. 

perspectivas

"Quando  um mosquito poisa nos testículos, é que se conclui que nem todos os problemas se resolvem com violência."

Provérbio Mandarim recebido por e-mail 


perseguições

 Uma pessoa vai de manhã ao café com uma colega... e um colega resolve "colar-se". Depois "enfia-se" na conversa alheia, a desejar a morte a toda a gente e mais alguma, e acaba a contar uma perseguição de que foi alvo por parte de um senhor. Dono de um stand de automóveis. Bem vestido. Que durante meses estacionava um carro diferente à sua porta, que lhe ligava insistentemente (mas que nunca falava quando a chamada era atendida), que lhe mandava cartas (vê-se logo que é de outra geração lolololol) e que se limitava a ficar ali a olhar para a casa do meu colega (um segundo andar nos subúrbios). 

 Conhecendo a "peça" como conheço, já sei que deve ter dado motivos para isso, mas aquilo que acho mesmo piada, é ele considerar-se a última bolacha do pacote aos 50 e tal anos. E também acho graça, ele estar com este discurso das perseguições, que "é muito mau ser perseguido" e que "uma pessoa fica desesperada", quando ele, há 2 anos atrás, fez o mesmo com um homem que ele dizia ser um "amigo de outros tempos", tendo só descansado quando se enfiou na casa do mesmo (sabe-se lá a fazer o quê) e lhe conheceu a mulher - isto na hora do trabalho. Há gente muito estranha. Mesmo. 

domingo, 1 de março de 2015

indecisões

Amiga: Olá. Estás ai?*

Eu: Sim....

Amiga: Vamos comprar os vouchers para o curso de fotografia?

Eu: Agora? Agora já acabaram.

Amiga: Dass. Queria fazer o curso.

Eu: Pois...

*chat do Facebook 

 A sério, há pessoas... que enfim. Esta minha amiga é super indecisa e nunca é capaz de decidir nada em tempo útil. Mandámos-lhe a informação a semana passada e respondeu agora. Estava à espera do quê? De "batatinhas"? Como na passagem de ano de 2012 para 2013... mudámos os planos para ir de encontro ao que ela queria fazer, sendo que a condição dela seria "não sair de Lisboa". Pois, acabou no Algarve com um grupo de gajos. Queria pilas, mas das "outras".

desafios

 Como ainda estou à espera que algumas "alminhas" me devolvam os textos que escrevi e como eu (a "alminha-mor") tenho tido pouco tempo, e quero ainda convidar mais algumas pessoas, resolvi alargar o prazo do fim do desafio do "Hoje, o namorado sou eu!" para 15 de Março (e consequentemente, todos os outros prazos).  

 Ahhh dia 21 ficamos a conhecer os candidatos aos prémios da blogosfera. Já votaram?

domingos

 Esta "coisa" da blogosfera é genial. Li há uns tempos, no blogue do Gil, que nos primeiros domingos do mês, as entradas para os monumentos tutelados pelo Estado são gratuitas. Se no mês passado fui ao Convento de Mafra, hoje, no primeiro domingo do mês de Março, estive no Palácio Nacional da Ajuda (Lisboa). 

Palácio Nacional da Ajuda -  01 de Março 2015
Fonte: Namorado

 A última vez que tinha estado no Palácio Nacional da Ajuda foi em 2003, por causa de um trabalho para a faculdade. Na altura, fui com uma colega de curso (que hoje é uma das minhas melhores amigas) e calhámos numa visita com guia, com um grupo enorme de tropas (o sonho de muit@s lololol). A meio do percurso, enquanto a senhora nos explicava que a Rainha (não me lembro qual. Pedro, uma ajuda?) tinha ficado louca (porque o filho tinha morrido) e que regava o tapete do chão porque pensava que eram flores, deu-me um ataque de riso que acordou o Palácio todo. A minha colega resolveu ficar solidária comigo e por mais que a senhora fizesse um olhar reprovador (a ver se tínhamos compaixão pela história), mais vontade tinha de rir. E ria-me eu, e ria-se ela, como se fosse o mundo fosse acabar naquele momento. Como estava na frente, pior. Ainda tentei esconder-me, mas atrás de mim tinha um batalhão de gajos que não me deixavam passar. Toda a gente a olhar para nós e eu não conseguia mesmo parar de rir. Foi de facto, uma grande barraca. 

 Mas desta vez correu bem. Não havia guias e a visita fez-se ao sabor da nossa vontade. O Palácio é lindíssimo no interior e merece ser visitado. Pena é, que não se tivesse concluído todo o projecto e seria uma das maiores residências reais da Europa, mas... com a falta de dinheiro não houve milagres (este país é sempre a mesma coisa...). No fim da visita (como não poderia deixar de ser) quando estávamos a descer a escadaria para sair do edifício, ao dobrar a esquina, bato de frente com um militar... começo a achar que deve ter algum problema com o pessoal do exército (lolololol).

 Acabámos a tarde no Mercado da Ribeira (TimeOut) onde comi um cheesecake com base de chocolate! Nham Nham (gordo, gordo, gordo!).

Fonte: Namorado


E pronto. Já é segunda-feira (não quero, não quero, buáaaaaaaaa)! 

março

"Março, marçagão, manhãs de Inverno e tardes de Verão".
Dito popular português

Março
Kyle - Diário dos 7 Mares
 [Offline - blogue eliminado]
Fonte: Calendário Blogosférico 

Datas importantes:
|PT|
19. Dia do Pai 
20. Equinócio da Primavera
|Datas LGBT|
31. Dia Internacional da visibilidade da Transexualidade
[Promove a aceitação de Indivíduos Transsexuais]

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

viagens

 Estive a ver viagens para as Maldivas e fiquei deprimido. Achei que devia de partilhar  este sentimento profundo (lololol).

oito tipos de gay


 Oh pah que fofo. Ainda assim faltam identificar muito mais. Ah e o gajo do jogo faz-me lembrar alguém (cof cof cof lolol). Odeio perder (lololol). 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

ask

 Afinal desisti da ideia. Não vá ter perguntas incómodas (LOL).

ask

Também vou criar um "ask"!

promoções

 Adoro quando o meu supra-sumo chefe me convoca para uma reunião, para me comunicar, que fui escolhido para representar o departamento num grupo de trabalho. Adoro quando acham que sou demasiado burro para não perceber que é um presente envenenado (LOL). E mais, adoro que me dêem graxa a dizer que sou um especialista na matéria, que sou uma mais-valia e que tenho experiência no assunto. Eu digo "não, olhe que há pessoas mais válidas" (para lhe mostrar que sou muito modesto, ao mesmo tempo que tento fugir do problema), ao que ele me responde "mas é um desafio interessante, pensámos logo em si". Pois. Rigth. Se a "coisa" fosse boa não se lembravam de mim. Não devem ter arranjado mais ninguém, é o que é. 

momentos

Fonte: Apanhado no Facebook

outro aviso à navegação

 Bem, vamos lá ver o que acontece no dia 23 de Março. Se este blogue ficar offline já sabem do que foi. E eu não vou mudar as publicações antigas, portanto... veremos o que sairá daqui. 

conversas

Colegas: Muito gostas tu de ir almoçar ao IKEA...

Eu: Sim, gosto muito de montar e desmontar. 



 E "pimbas!". Ficaram caladitas. Para a próxima já não dizem nada. 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

aviso à navegação

 Resolveu o blogger, na sua magnificência ditatorial, que todos os blogues vão deixar de puder publicar "conteúdo sexualmente explícito ou imagens ou vídeos com nudez gráfica". Ou seja, quem se atrever a publicar "pilinhas" e "rabinhos" corre o risco de ver restrito "o acesso a qualquer blogue identificado como constituindo uma violação da nossa política revista. O conteúdo não é eliminado, mas apenas os autores do blogue e as pessoas com quem partilharam expressamente o mesmo podem ver o conteúdo que tornámos privado." 

 Mas atenção, "a nudez apresentada em contextos artísticos, educacionais, documentários ou científicos ou onde a não ação sobre o conteúdo possa beneficiar substancialmente o público continua a ser permitida", ficando por saber quem fará a triagem e quem decidirá o que "pode" e o que "não pode" ser publicado. 

 Eu recebi um e-mail simpático do blogger a avisar-me que "os nossos registos indicam que a sua conta poderá ser afetada pela alteração desta política. Evite criar novos conteúdos que possam constituir uma violação desta política. Além disso, pedimos que efetue as alterações necessárias no seu blogue existente para estar em conformidade o mais rápido possível, para que não sofra interrupções no serviço", ora, se não me encontrarem por aqui, já sabem o que aconteceu. E tudo isto porque tinha catalogado o blogue para maiores de 18, "coisa" que entretanto mudei. É espantoso que não tenhamos aprendido nada com a história. São permitidos blogues violentos, a favor do estado islâmico e a recrutar gente para para essa aberração, e esses, aparentemente, podem existir. A Google por acaso não sabe que Portugal viveu uma ditadura extensa em que tudo era proibido e sancionado. Portanto publicar "pilinhas" "rabinhos", parece-me algo menor perante as coisas abomináveis que por aí andam. E assim senhores da Google e do Blogger ide para o c#$%lho que vos f#$@! Ou então, se calhar, está na hora de mudarmos de plataforma. 

Podem ler todo o e-mail a seguir.

empire

 Como tenho imenso tempo livre (NOT!) comecei a acompanhar o Empire, na Fox, às quintas-feiras. Mais do que uma série sobre uma editora, é uma história de uma família, onde um dos filhos é gay e vive com a rejeição constante do pai. Gostei imenso dos dois primeiros episódios e tem uma das actrizes de que gosto (a "Detective Carter" do "Sob Suspeita"). Fica aqui um preview


 Mas aquilo que mais mexeu comigo foi esta cena (que infelizmente não encontrei completa):


 Fez-me lembrar uma vez em puto (devia ter 6 ou 7 anos), numa festa com uns amigos do meu pai, onde a filha deles (com o dobro do meu tamanho, mas mais nova) resolveu meter-se comigo. E quando escrevo "meter-se" foi mesmo através de murros, chapadas, pontapés, tudo e mais alguma coisa. Lembro-me da minha mãe querer ir "salvar-me" e o meu pai não ter deixado. Dizia ele que tinha que aprender a defender-me. Curiosamente não aprendi. Fiquei todo dorido e chorei. Mas se calhar o objectivo devia ser esse. Ou então era algum ritual machista, que ainda hoje, infelizmente, algumas famílias reproduzem com as suas crias. Por essas e por outras, é que a relação com o meu pai nunca foi boa, sendo que um dos meus maiores sonhos de infância, era crescer para lhe dizer que o odiava. Disse-lhe aos 16 anos "com tantos homens no mundo tinhas que ser tu o meu pai". Deixou-me de falar durante semanas.

 Hoje, a relação não é das melhores... mas também já foi pior. Aprendi a aceitar que ele é limitado em relação a algumas coisas e tento compreender algumas atitudes. Mas apesar disso, continuamos a fazer faísca, porque hoje, não me calo e nem ele levanta a mão para me ameaçar com uma chapada, com o objectivo de me fazer calar. Mas também tenho que dizer, que mesmo sabendo ele (ou desconfiando 99%) que sou gay, não me trata de maneira diferente. Aliás, num almoço de família ao comentar uma notícia de um pai que renegou um filho transsexual, disse: "um pai deverá apoiar sempre um filho". Mas também rezam as crónicas que os gays têm sempre uma relação conflituosa com o pai. Pelos vistos tenho. E pelos vistos sou gay.

ainda a propósito

 E ainda sobre as relações, tinha uma colega da faculdade (por quem tive uma "crush"), que me dizia: "eu namoro com ele até me apaixonar por outra pessoa". Fiquei escandalizado na altura, mas agora percebo-a.